... E é mesmo! Francisco, Chico, Seu Fran. De qualquer modo, meu professor de ameaças intelectuais às ordens macabras de algum tempo aí dos anos 60. Eu estou invocada com ele. A cada dia, nessa de enjôos e desenjôos musicais, ele sempre dá o ar da graça no meu dial. Chico, Chico, Francisco. Bem, não sei o porquê desse intróito bobo e sem nexo, mas aproveito o ensejo para reportar-vos, mais uma vez, as últimas notícias do meu mundo veloz e mambembe. Partirei, com Chico é claro, no bom Di Giorgio do meu primo, para as terras do norte desse meu Brasilzão. Iremos conhecer Fortaleza! A família toda reunida, com direito a cachorro e papagaio. Este último não, pois não temos, brincadeiras de mal gosto à parte com os penosos. Mas, meu bichinho e filho Zeca nos acompanhará. Ele, labrador, 3 meses, 12kg, de um pêlo lindo e preto, que só pensa em mordeduras, com aqueles dentinhos afiados. Será muito engraçado, portanto. O caminho é longo, será longo, cortar meia Bahia, subir, subir e subir. Gente, que empreitada! Só digo uma coisa: no que vai dar, só Deus saberá e proverá; a viagem, a cervejinha e o meu violão com Chico sempre presente nos tons e dissonantes, certamente já garantem qualquer agrura de viagem ou náuseas e vômitos por qualquer estrada mal cuidada.
Um abraço a todos, boas festas, feliz natal, boa virada de ano... e que 2011 não seja apenas o prenúnicio do apocalipse!
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